MOMBUCA

sábado, 3 de maio de 2014 |

NETO FILHO DA PREFEITA DE MOMBUCA TENTOU CALAR JORNALISTA: LIMINAR FOI NEGADA PELA JUSTIÇA




O vice-presidente da Câmara de Mombuca, Eugênio de Oliveira Neto, filho da prefeita de Mombuca, ingressou com processo pedindo indenização por dano moral contra o jornalista Claudio Antonio Machado. Nessa ação pediu também através de uma liminar para que não fosse publicado “certas coisas” da atual administração, e no entanto foi negado pela Juíza de Capivari conforme abaixo. Esse caso daremos detalhes quando tomarmos conhecimento de todo o processo.


Parece que o desespero tomou conta do edil Neto que no ano passado pegava dinheiro do caixa da prefeitura, alegando despesas de viagens e despesas miúdas. Ingressamos com requerimento junto a prefeita, para saber da qualificação profissional do filho dela dentro do executivo e até hoje não deu satisfação. Pode um vereador que pertence ao legislativo pegar dinheiro do caixa da prefeitura?

Todos sabem que o próprio Neto foi afastado temporariamente em 2011 pelo então prefeito Marcos Poletti, por supostos desvios de dinheiro da tesouraria. Isso é um outro caso. Descobrimos também outras barbáries que divulgaremos muito em breve da atual administração, porque parece que a prefeita é apenas uma cobaia em assinar tudo que vem pela frente sem analisar o que está assinando como aconteceu no famigerado Concurso Público que foi parar na Justiça. Isso são informações que a gente obtém de lá de dentro através de alguns funcionários da própria prefeitura que estão pasmados com atual situação. Um deles informou que Neto havia ingressado com esse processo contra o jornalista, na qual, pegamos alguns detalhes no Portal do Tribunal de Justiça.

Queremos informar a todos, principalmente ao Neto que também está recebendo a matéria por e-mail dentro de um universo de milhares de e-mails, além das postagens nas redes sociais e via in box, vamos manter a nossa linha investigativa e dentro em breve a região vai ficar sabendo de coisas cabeludas sobre Mombuca, não temos medo e esse processo incentivou ainda mais a nossa atuação como profissional da área de comunicação, mesmo que lá na frente possamos ser condenados por alguma razão, mas corremos esse risco pensando no social, principalmente a classe carente que sofre muito neste país por causa da quase generalizada corrupção. Veja abaixo a decisão da Juíza:

Decisão proferida pela Juíza da segunda vara de Capivari, Patrícia Helena Feitosa Milani no dia 09-04-2014: “Vistos. Da análise perfunctória dos autos, não constato qualquer elemento hábil para o provimento liminar almejado. Trata-se de aparente confronto entre a liberdade jornalística e o direito a intimidade. Os autores são ocupantes de cargo público, os quais, pela própria natureza despertam interesse investigativo e de informação. A liberdade de imprensa deve ser assegurada, ainda mais quando as supostas ofensas estão calçadas em decisões judiciais e decisões do Tribunal de Contas. Supostos abusos e inverdades deverão ser apurados no transcorrer do processo. No entanto, a liminar buscada confunde-se com a indesejada censura à liberdade de imprensa, a qual, em tempos democráticos, deve ser prontamente rechaçada. Por esses motivos, INDEFIRO a liminar pleiteada. Citem-se e intimem-se”.

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